A liberdade é indivisível, e quando um homem é
escravizado nós todos não somos livres.

JOHN F. KENNEDY

Presidente dos EUA em Discurso em Berlim (26 de Junho de 1963)

TROFÉU SEM NOÇÃO 2020

(Publicado em 21/02/2020)



É INACREDITÁVEL! Vejam o que disse o subprocurador da república Nívio de Freitas Silva Filho, Um sangue-suga da nação, que ganha um salário bruto de R$ 42.000,00 (que, com os pinduricalhos todos, chega facilmente na casa dos 70 mil):





Imagem: direitonews



"Está nos afligindo, está muito difícil, os vencimentos já não chegam ao final do mês. É uma situação aflitiva. Há uma quebra de paridade. Confesso que estou ficando muito preocupado se tenho condições de me manter no exercício da minha função. Facilmente posso demonstrar para todos como é oneroso para mim o exercício do cargo de subprocurador-geral da República. Tenho que manter aqui residência, todas as despesas e me preocupo profundamente"

Como é que uma pessoa como esse SEM NOÇÃO, sem empatia, sem o menor senso de justiça pode ser um Agente da Justiça no Brasil?

E não se enganem. Não se trata de um caso isolado. Entre os operadores da justiça do Brasil, pagos com o nosso dinheiro, o que não falta é gente desse tipo, que acha que ganhar 24, 30, 50 80 mil reais por mês, sem produzir absolutamente nada de útil para o país é a coisa mais justa do mundo.

Esse povo (procuradores, oficiais de justiça, juizes, desembargadores, ministros...) construiu para si uma bolha de privilégios que os torna absolutamente insensíveis ao que está acontecendo no país. O mundo deles não é o nosso.

Lembram do Leonardo Azeredo dos Santos (o procurador do Miserê)? Esses caras são apenas porta-vozes de muitos "aflitos" e "miseráveis".

Nas mãos desse tipo de gente o Brasil não tem futuro.

Não sei vocês, mas esse tipo de notícia me deixa muito mais indignado e frustrado do que as notícias sobre corrupção. Os corruptos, pelo menos, quando são descobertos, são punidos.





PADILHA, Ênio. 2020





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OS DIREITOS DO AUTOR E A PIRATARIA NA INTERNET

(Publicado em 15/01/2015)





Imagem: Pixabay



"Caiu na rede é peixe!”
Este comentário, de um dos meus amigos no facebook, definia, na semana passada, a regra geral dos direitos autorais na internet. Segundo esse meu amigo, uma vez que uma determinada coisa tenha sido publicada na rede, não cabe mais chororô. É de quem chegar primeiro.

Eu disse "ôôôpaaa! Peraí. Não é bem assim”. Eu sei que muita gente realmente pensa que na internet ninguém é de ninguém, mas isso é só impressão. Na verdade, muitas regras do mundo “real” continuam valendo no mundo virtual. A questão dos direitos do autor sobre a propriedade intelectual é uma delas.

O site da Biblioteca Nacional define a PROPRIEDADE INTELECTUAL como algo que "protege as criações intelectuais, facultando aos seus titulares direitos econômicos os quais ditam a forma de comercialização, circulação, utilização e produção dos bens intelectuais ou dos produtos que incorporam tais criações intelectuais.”

O Direito Autoral no Brasil está regulamentado pela Lei 9.610, de 19 de fevereiro de 1998. O autor de uma obra intelectual tem, basicamente, dois tipos de direito: o Direito Moral e o Direito Patrimonial.

O Direito Moral está relacionado aos créditos da obra, ou seja, o direito que o indivíduo tem de ser reconhecido como o autor bem como a preservação da obra, da forma como foi originalmente criada. Esse direito é irrenunciável. O autor não pode abrir mão dele nem vendê-lo ou transferi-lo. Observe que o autor não pode negar (mesmo que queira) a autoria de uma obra intelectual que efetivamente tenha produzido;

Já o Direito Patrimonial é o que permite (e garante) que o autor utilize, desfrute e disponha da sua criação como melhor entender. Ele pode permitir que terceiros utilizem, traduzam, reproduzam ou façam versões, negociando sua utilização de forma integral ou parcial.

Os Direitos Morais não prescrevem. Sempre pertencerão ao autor. Já os Direitos Patrimoniais valem por um determinado tempo (previsto na lei). No caso de livros, no Brasil, são 70 anos depois da morte do autor.

Na internet o Direito moral é o que garante que ninguém pode se apropriar moralmente de conteúdo produzido por outro. Em outras palavras: se você não criou o conteúdo (imagem, texto, vídeo, etc) faça o favor de citar o autor. É, fundamentalmente, uma questão de educação. Mas também é de lei.

Quanto ao DIREITO PATRIMONIAL a conversa já é outra. É preciso ter estratégias para explorar comercialmente (na internet) os conteúdos produzidos. E essa estratégia deve prever o comportamento dos potenciais usurpadores. Nem tudo o que cai na rede é peixe. Mas muitas pessoas pensam que é. Essas pessoas se acham donas de qualquer coisa que encontram na internet. Geralmente são as pessoas que nunca produzem conteúdo interessante. Não escrevem livros, não compõem músicas, não fazem fotografias profissionais, não produzem vídeos...
Porque quem sabe o quanto custa produzir conteúdo de qualidade (que seja interessante e relevante para outras pessoas) sabe dar valor e respeitar o trabalho dos outros.

Um exemplo: tenho vários amigos que escrevem bem. Que têm visões inteligentes do mundo, com abordagens criativas e que, por isso, são muito queridos e lidos na internet.
Agora imagine se eu colecionar artigos escritos por um desses amigos, publicados no site dele ou no seu perfil de Facebook. E depois publicar um livro e colocar à venda sem dar os créditos de autoria e (obviamente) sem pagar os direitos patrimoniais dos escritos (afinal, estava na internet. Caiu na rede é Peixe). Como é que fica? Fica por isso mesmo? Claro que não. O autor vai buscar, com toda razão, os seus direitos morais e patrimoniais.

Uma coisa que eu escuto muitas vezes é de que a troca de informações é necessária e é uma questão de justiça social. A questão aqui não é de TROCA DE INFORMAÇÕES. Trata-se de pessoas que não têm nenhuma informação para fornecer se apropriando do trabalho dos que produzem conteúdo.

Isso me lembra a história que eu li no livro ORA BOLAS, do Juarez Fonseca (página 126) em que um fulano foi ter com o Mario Quintana e disse: “Seu Mário, vim aqui trocar algumas ideias com o senhor”. Impávido o poeta reagiu: “Não aceito! Certamente vou sair perdendo…”

As pessoas que defendem a “troca de informações” na internet raramente produzem alguma coisa de qualidade verdadeira. Algo que, se posto à venda encontraria alguém disposto a pagar para ter.

Sites de compartilhamento de conteúdo (os Xshare da vida) teoricamente servem para que cada um possa compartilhar O SEU PRÓPRIO TRABALHO na rede. Infelizmente, muitas pessoas se apropriam de trabalhos dos outros e disponibilizam na rede, gratuitamente, sem autorização dos autores e das editoras. E faturam aumentando o número de visitantes do seu site.
Pra mim, o nome disso é PIRATARIA. Que nome você daria?

Imagine que você tivesse publicado um livro. Um livro de qualidade (desses que leva tempo e dá muito trabalho pra produzir). Você coloca o seu livro à venda e começa a recuperar o investimento feito. O que você faria se encontrasse o seu livro sendo disponibilizado gratuitamente (em nome da justiça social) no site de outra pessoa?





PADILHA, Ênio. 2015





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PROCURADOS - UFSC 1986-1

(Publicado em 26/07/2015)



Durante cerca de cinco anos, no início dos anos 80, eles formavam uma TURMA.
A última vez que foram vistos juntos foi na noite do dia 26 de julho de 1986, no Paula Ramos Esporte Clube, em Florianópolis (SC), durante a cerimônia de colação de grau (Formatura) do curso de Engenharia Elétrica da UFSC

Depois daquela noite, cada um foi para o seu destino e nunca mais se encontraram.

Estou pessoalmente empenhado em reunir essas pessoas fantásticas novamente, em Florianópolis ou Balneário Camboriú, para um grande Encontro e uma grande Festa.

Infelizmente, perdemos o contato com praticamente todos os nomes da lista.

Por isso precisamos da sua ajuda. Se você tiver QUALQUER informação que nos ajude a manter contato com qualquer pessoa da lista, queira por favor nos enviar.

Se você puder mandar o link desta página para amigos engenheiros ou para empresas de engenharia, faça esse favor.

Estamos organizando o ENCONTRO DE COMEMORAÇÃO DOS 30 ANOS DA TURMA EEL 86-1 DA UFSC para julho de 2016 e contamos com a sua ajuda

O resultado das buscas poderá ser acompanhado aqui, nesta página.

Obrigado pela sua contribuição





AMIGOS QUE JÁ FORAM LOCALIZADOS:



Observe, abaixo (em vermelho), que alguns amigos ainda não foram localizados. Você pode nos ajudar a encontrá-los.

Arno Schmidt Júnior, de Florianópolis (SC)

Arnoldo Lopes Peiter, de Florianópolis (SC)  (Localizado)

Caio Akitugu Noda, de Dourados (MS)

Carla Susana Knapp, de Porto Alegre (RS)

Carlos Augusto da Silva, de Lages (SC)

Célio José Daros, de Campos Novos (SC)  (Localizado)

Cláudio Hadlich, de Trombudo Central (SC)

Dulce Maria Holanda Maciel Hochleitner, do Rio de Janeiro (RJ)  (Localizada)

Edson Ramalho, de Mandaguaçú (PR)

Ênio Padilha, de Rio do Sul (SC)  (Localizado)

Jorge Adolfo Cuellar Cossovel, de Assunção - Paraguai

José Carlos Viana, de Garça (SP)

Júlio José Rosa, de Lages (SC)

Lédio Rui de Bona Sartor, de Morro da Fumaça (SC)

Leônidas Vieira Júnior, de Lages (SC)  (Localizado)

Marcos Banheti Rabello Vallim, de Londrina (PR)  (Localizado)

Márnio Sebastião Graciosa, de Florianópolis (SC)  (Localizado)

Maurício Xavier, de Florianópolis (SC)

Mauro Cesar Loureiro, de Florianópolis (SC)  (Localizado)

Norberto Baú, de Loanda (PR)  (Localizado)

Paulo Rogério Giacomazzi, de Erechim (RS)

Rômulo Costa Rosa, de Penha (SC)  (Localizado)

Rubens José Nascimento, de Blumenau (SC)  (Localizado)

Sílvio Milioli, de Criciúma (SC)

Wallace Ferreira Lobo Júnior, de Tijucas (SC)

Wilson Libânio da Costa Júnior, de Florianópolis (SC)  (Localizado)





PADILHA, Ênio. 2015





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