"Viver num mundo sem tomar consciência do significado do mundo é como vagar por uma imensa biblioteca sem tocar os livros."
DAN BROWN
(no livro "O Símbolo Perdido", de 2009)
20/08/2010 - Sexta-feira
Balneário Camboriú - SC
EPPE - Câmara de Arquitetura e Urbanismo
5, 6 e 7/11/2010 - Sexta-feira, Sábado e Domingo
Florianópolis - SC
Cia dos Cursos
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Sábado, 01 de janeiro de 2000 - 00h00min
Prezado colega, Engenheiro Recém-Formado.O senhor me mandou um e-mail, pedindo que eu lhe desse algumas dicas, alguns (desculpe a pretensão) conselhos, para aplicação ao seu início de carreira profissional.
Agradeço pela honra. E não vou me fazer de rogado. Tenho, sim, meia dúzia de recomendações que imagino possam lhe ser úteis. Aqui vão elas:
Um: esqueça os livros de engenharia, doutor. Isso mesmo: chega de matemática, física, química, eletricidade, estruturas, cálculos, análises científicas... Não acredite nessa tolice de que engenheiro recém-formado não sabe nada, é despreparado e que só vai fazer bobagem. Tudo o que o senhor precisa saber para iniciar a sua carreira profissional o senhor, provavelmente, já sabe. Além do mais, se o senhor não aprendeu em 11 ou doze anos de ensino fundamental e ensino médio mais os 5 anos da faculdade... um mês ou um ano, um livro ou dez livros a mais não vão fazer grande diferença.
Dois: continue estudando, como sempre. Apenas mude o tema. Nesse momento, o que o senhor precisa é aprender como transformar engenharia em um negócio (um bom negócio). O senhor precisa aprender coisas sobre o mercado. Precisa aprender coisas sobre clientes, fornecedores, empregados... Precisa fazer cursos e ler livros sobre Noções Gerais de Direito, Contabilidade Empresarial, Legislação Trabalhista, Relações Interpessoais no Trabalho, Liderança, Oratória, Comunicação Escrita, Comunicação Verbal e, principalmente, Comunicação Não-Verbal.
Três: faça um Plano (simples) de Marketing para o seu negócio, decidindo claramente as suas políticas de mercado: a política de Produto (o que vai ser vendido, com que nível de qualidade...), a política de Preços (quanto vai custar, se existe ou não negociação de preços, critérios para descontos, condições de pagamento...), a política de Disponibilização (região geográfica a ser atendida, forma de distribuição do produto, canais de acesso do cliente à empresa...), a política de Pessoal (treinamento, autonomia, cargos e funções, horários de trabalho...), a política de Procedimentos (como as coisas são feitas, sistematização para a qualidade permanente, manuais internos...), a política de Parcerias (com quem, pra quê, o que buscar nos parceiros, o que oferecer aos parceiros...) e muitas outras políticas que têm como objetivos viabilizar a relação produtiva entre o seu negócio e seu mercado. Aí (voltando ao item "um") quando o seu negócio já estiver bem equilibrado ( isso leva uns dois anos, mais ou menos) o senhor já pode voltar aos livros de engenharia. Afinal de contas, quem é engenheiro (como nós) sabe que não suportamos ficar muito tempo longe desses livros. É o nosso vício. Fazer o quê.
Quatro: vista-se bem, doutor. Como já disse, certa vez, o ator e diretor de cinema Charles Chaplin: "O mundo trata melhor quem se veste bem". Cuide do Cabelo, mantenha a barba sempre bem feita, o carro limpo (sim, o carro. No Brasil o automóvel é considerado uma extensão do seu proprietário e muita coisa é atribuída a uma pessoa avaliando-se o seu carro). Na nossa profissão precisamos impor um certo respeito. E a indumentária é um recurso de grande efeito. Esqueça o velho tênis surrado de guerra, a calça jeans, as camisetas com inscrições engraçadinhas... Isso não quer dizer que o senhor precisa andar de terno e gravata todo o tempo. Vestir-se bem significa vestir-se adequadamente. Se o senhor quer uma referência vou sugerir: vista-se tão bem quanto o mais bem vestido dos seus potenciais clientes.
Cinco: procure uma entidade de classe (associação, clube, grêmio...) e seja um associado participante e ativo. O senhor matará três coelhos com uma única cajadada. (1) contribuirá para o desenvolvimento da profissão; (2) desenvolverá uma excelente atividade social, fará ótimos amigos, talvez até uma boa rede de relacionamentos profissionais; e (3) será visto, pela sociedade (leia-se "mercado") como um bom profissional, reconhecido entre os seus pares. E isso é muito bom. Bom para a vida e bom para os negócios.
Seis: aceite, doutor, sem frescuras e sem discursos de falsa modéstia, o tratamento respeitoso que eu utilizei nesta carta e que os seus clientes, fornecedores e subordinados querem dispensar ao senhor. Permita que essas pessoas o tratem por senhor, doutor, ou qualquer outra coisa do gênero. Não é preciso ser pedante e exigir que o chamem por doutor ou coisa assim. Mas não dispense o tratamento respeitoso. Não pense que a sua pouca idade não o torna digno do respeito de muita gente, inclusive bem mais velha que o senhor. O seu conhecimento e a sua capacidade intelectual estão acima da sua juventude.
Jamais se menospreze e ninguém irá menosprezá-lo.
ÊNIO PADILHA www.eniopadilha.com.br
(artigo_ep)
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Karina A S L Oliveira - Eng Civil - Natal/RN
Quinta, 07 de setembro de 2006 - 16h59min
Concordo plenamente com o artigo. Na ocasião da minha formatura, estava sem conseguir ver como seria meu futuro, e sem saber o que estava fazendo, segui algumas destas dicas e realmente funcionaram. Hoje, vejo que poderia ter aproveitado melhor essa fase, e tento orientar quem está passando por ela. Parabéns pelo texto.
ricardo souza marques - Arquiteto & Urbanista e Professor Universitário - Natal-RN
Quinta, 07 de dezembro de 2006 - 17h38min
Esta carta é muito interesasnte. Sempre passo para os meus alunos visitarem o site e lerem essa carta, pois eles precisam ter essa visão antes de sairem dos bancos acadêmicos.
carlos roberto michelini - engenheiro - rondonopolis
Sábado, 10 de março de 2007 - 20h48min
Suas dicas são gloriosas.
Quanto ao tratamento respeitoso dos clientes com o profissional ainda prefiro o de ENGENHEIRO seguido do "nome", ex.: ENGENHEIRO PADILHA.......assim é mais definido, pois o tratamento de DOUTOR não propaga a sua profissão, quem houve não saberá se é engenheiro, advogado, médico, dentista, ou sei lá o que.
carlos roberto freire - tecnico civil - edificacções - sao jose dos c ampos
Quarta, 23 de maio de 2007 - 12h34min
Otima carta!
So acho que faltou um item muito importante, a pontualidade que muito desprezamos na faculdade. Sempre entregamos nossos trabalhos na ultima hora e de vez por outra sempre atrasado!!!
Quanto aos demais conselhos:.... Otimos
Parabens
Ênio Padilha - Engenheiro - Balneário Camboriú - SC
Quarta, 23 de maio de 2007 - 13h32min
Prezado Carlos
Muito importante a sua observação. Se eu fizer, no futuro, uma revisão ou continuação deste artigo, certamente vou incluir este tópico. Obrigado.
KLEBER ADRIANO ANDRADE DE OLIVEIRA - PROJETISTA - VITORIA - ES
Quinta, 31 de maio de 2007 - 11h26min
PROFESSOR ÊNIO GOSTARIA DE SABER PORQUE NA CONSTRUÇÃO CIVIL MUITAS VEZES O TRABALHO OU O NOME DO ARQUITETO APARECE MAIS QUE O ENGENHEIRO OU A EQUIPE DE ENGENHARIA ENVOLVIDA EM TODO O SISTEMA.
DEVEMOS NOS PREOCUPAR COM A PLASTICIDADE COM A ESTÉTICA EM FIM COM A FUNCIONALIDADE DO PROJETO,TODAVIA QUEM SEMPRE FAZ O(" TRABALHO SUJO SEMPRE É O ENGENHEIRO")OU SEJA CALCULAR,SOLUÇÕES DE ESXECUÇÃO ETC.
NÂO QUERO AQUI CRIAR NENHUMA POLÊMICA POIS CADA MACACO NO SEU GALHO.MAS GOSTARIA DE SUA OPINIÃO TALVEZ ACRESCENTE ALGO POSITIVO SOBRE A MINHA POSIÇÃO
Ênio Padilha - Engenheiro - Balneário Camboriú - SC
Quinta, 31 de maio de 2007 - 19h09min
Kleber.
É natural que o nome do arquiteto apareça mais numa obra de construção civil. No mundo inteiro é assim (e eu concordo que seja). Cabe ao arquiteto a visão do todo e a coordenação do trabalho de todos os profissionais envolvidos.
No Brasil os engenheiros costumam não aceitar bem essa coordenação dos arquitetos por razões que não caberiam neste comentário. Mas é assim que deveria ser.
O trabalho de calcular ou de definir as soluções de execução não é menos importante (ou difícil) do que conceber a obra e definir aspectos funcionais e estéticos.
gladson guimaraes - eng civil - salgado
Quarta, 04 de julho de 2007 - 10h34min
muito obrigado
Comentário de Ênio Padilha
De nada, Gladson. Imagino que você seja um engenheiro recém-formado. Então, espero que a "carta" seja de muita utilidade e que você e seus colegas tenham grande sucesso!
Abraços
luis antonio golfeto - mestre de obra - votorantim
Sábado, 04 de agosto de 2007 - 16h30min
Prof: estou no segundo ano de eng.civil, estou com certa dificuldade, estou pensando em fazer arquitetura pois estou com 42 anos e a faculdade em que estudo é um pouco puxado,sou mestre de obra a 20 anos e não estou tendo mais paciencia para fazer calculos e mais calculos na faculdade, tenho uma facilidade em fazer desenho, queria ter um crea, pois nesses anos todos vejo um futuro no pais muito positivo para quem tiver o crea e procurar ser um profissional com os seus seis conselhos.
queria um conselho seu, pois alem de gostar do seu artigo acredito muito em conselho de quem tem para dar.
ÊNIO PADILHA - Engenheiro - Balneário Camboriú - SC
Domingo, 05 de agosto de 2007 - 08h32min
Prezado Luis Antônio
Eu imagino a dificuldade pra você, voltar a estudar com 40 anos. E ainda mais num curso difícil como o de engenharia.
Mas sugiro que você não desanime. Vale a pena! A sua formatura vai ser uma grande alegria que você dará à sua família e um grande passo para você garantir o seu futuro. Acredite.
Posso lhe garantir que SER ENGENHEIRO É MUITO BOM. PAGA OS SACRIFÍCIOS FEITOS PARA CHEGAR ATÉ AQUI.
Estamos aguardando você no time, daqui a três anos.
(enquanto isto, como estudante, faça contato sempre. acredito que muitos profissionais ficarão felizes em ajudá-lo nessa jornada)
Grande abraço
Ricardo Souza Marques - arquiteto e urbanista - Natal
Sexta, 24 de agosto de 2007 - 12h38min
CAROS ENGENHEIROS:
Lendo alguns comentários, percebí que "o desconhecimento" de alguns levam a pensar que Arquitetura & Urbanismo é um curso fácil, que é só "um desenhosinho"... Não quero causar um pandemônio nesta seção, mas precisamos calcular também (acústica), compreender e aferir o "movimento aparente do sol" (isso mesmo, a famosa carta solar), estudar os ventos, topografia, história, relações proxêmicas, ergonomia, estilos, tecnologia e etc... Ou seja, aviso muito isso aos meus alunos. Quem pensa que arquitetura é só desenho, vá fazer outro curso. Espero ter sanado algumas dúvidas, e fico a disposição dos colegas para maiores explicações. Ao amigo e Sr. Eng. Ênio Padilha, desculpe-me pelos comentários, mas espero poder ajudar de qualquer maneira.
ÊNIO PADILHA - Engenheiro - Balneário Camboriú - SC
Terça, 28 de agosto de 2007 - 23h20min
Prezado Ricardo
Quero registrar aqui que concordo plenamente com os seus comentários. É o que eu digo sempre em meus cursos. Quem pensa que Arquitetura é um curso fácil de fazer (ou uma profissão fácil de exercer) está redondamente enganado.
Andrea Gomes - Tecnico Edificaçoes - Ribeirao Preto -SP
Sexta, 31 de agosto de 2007 - 17h28min
Prezado Ênio
Tenho 36 anos e terminei o curso de Tecnico em Edificaçoes, nao tive oportunidade de estudar ate agora mas ainda penso em fazer Arquitetura. Nao consegui nada ainda na area de Edificaçoes e convesando com uma pessoa ontem eu comentei minha vontade de voltar a facudade e ele me disse que com 36 anos e tarde pois Arquitetura e 5 anos e depois nao conseguirei atuar na area. Fico triste em saber que pessoas acreditam que com 36 anos nao de mais tempo de estudar e gostaria de saber sua opiniao quanto ao chegar no mercado de trabalho como Arquiteta aos 41 anos. Sera que da tempo ainda Doutor?
Abraços.
ÊNIO PADILHA - Engenheiro - Balneário Camboriú - SC
Sexta, 31 de agosto de 2007 - 21h46min
Andrea Gomes
Se você estivesse com 46 ou 56 anos a minha resposta seria a mesma: não existe essa história de "muito tarde". A profissão de arquiteto não exige juventude para ser exercida. Não precisa de força fisica ou resistência aeróbica. Precisa de energia mental, inteligência, criatividade e muita, muita vontade. Iniciar uma carreira de arquiteto aos 41 ou 42 anos não será problema nenhum, acredite.
Estarei aqui na torcida. E na certeza de que a sua vida terá uma mudança muito grande.
Para muito melhor!
Grande abraço e boa sorte.
Ricardo Souza Marques - Arquiteto & Urbanista - Natal/RN
Segunda, 05 de novembro de 2007 - 18h09min
Se ser arquiteto tivesse "prazo de validade"... coitado de Oscar Niemeyer...
ÊNIO PADILHA - Engenheiro - Brasília - DF
Segunda, 05 de novembro de 2007 - 21h54min
Boa, Ricardo!!!
Muito boa.
Lisandra Menta Hoppe - Arquiteta e urbanista - Porto Velho RO
Segunda, 19 de novembro de 2007 - 15h40min
Ótima carta, dicas conselhos!!!Sou sua fã, e nunca deixo de ler seus artigos..Gostaria de aproveitar para pedir um conselho tb.
Me formei na UPF em agosto de 2005, mas tenho experiência em escritórios de arquitetura,de engenharia e obras desde 1995, tenho 32 anos, ano passado, em novembro de 2006(meio chateada pois morava em Passo Fundo interior do RS, e estava com pouco volume de trabalho)comecei a incluir meu currículo nos sites de CREAS, aconteceu que recebi uma proposta para trabalhar em Porto Velho-RO, aceitei e aqui estou até hj, todos me dizem que a cidade vai se expandir, que não faltará trabalho e que faltam profissionais na área.Porém, tenho desejo incondicional de voltar pro sul, mais precisamente gostaria de morar, trabalhar enfim, me fixar profissionalmente em Balneário Camboriú, mas fico insegura com a questão de o mercado estar saturado, e tenho medo de ficar sem serviço..Essas dúvidas não me saem da cabeça.Por favor me ajude.Abraço!!
Adriana - Técnico - Recife
Segunda, 21 de janeiro de 2008 - 22h17min
Sobre idade, como vocês orientam uma pessoa que projeta estudar engenharia da computação aos 32 anos. Teria mercado de trabalho?
Juliano Colpo Pinto - Engenheiro Mecânico - Ponta Grossa - PR
Sexta, 09 de maio de 2008 - 10h41min
Gostei das recomendações, mas não concordo com o primeiro item onde diz que se deve esquecer os livros de engenharia. Falando assim, até perece que todos os problemas de engenharia são resolvidos sem pelos menos uma pequena base teórica. Concordo que há problemas que não existe ainda solução teorica, e onde a solução pratica é a que funciona.
Outra: tudo o que tenho visto, neste ou em outros sites sobre engenharia, nunca se comenta em engenharia quimica, mecânica, de computação. Não é facil calcular o valor de projeto destas modalidades, quando se parte de uma simples idéia, que não existe nada nem parecido, ou que não se pode estimar o custo final do produto ainda na fase de projeto, diferente de um projeto civil, quando se cobra por m², etc...
Sugiro que estas modalidades, não tão populares, também sejam levadas em conta nestes e em futuros artigos, já que muitos destes engenheiros não trabalham como profissionais liberais e sim como empregados de industrias...
Samira Viana Nascimento Marques - Estudante de engenharia - Petrolina-PE
Domingo, 14 de setembro de 2008 - 22h11min
Sou estudante do curso de engenharia, faço o sétimo período na UNIVASF e acompanho sempre seu site, já participei de palestra ministrada pelo senhor aqui em nossa cidade. gostaria de deixar meus sinceros agradecimentos e repeito pelas sua colocações e conselhos é realmente de fundamental importância para quem quer ver a profissão por outro prisma, muito obrigado e continue sempre nos orientando.
Everton - Estudante de Engenharia Civil - Goiânia
Quinta, 09 de outubro de 2008 - 19h31min
Sra Adriana
A idade não importa o mais importante e você gostar do que faz, eu estudei dois anos no curso de engenharia da computação e acabei percebendo que não e minha vocação, porem e um curso muito interessante, agora sobre o mercado de trabalho esta faltando muitas pessoas qualificadas nessa area
George Silva Costa - Engenheiro Civil - FORTALEZA
Sábado, 14 de março de 2009 - 13h04min
Parabéns pelo texto, Ênio.
Espero que ele seja lido por cada vez mais profissionais que estão iniciando, e que com o tempo a lista de dicas possa aumentar! além da pontualidade supracitada...
Tanto a arquitetura quanto a engenharia são profissões interessantes, discutir isso seria como pensar quem é mais importante? o médico ou a enfermeira? cada um tem seu papel, e importante, senão não existiriam até os nossos dias.
Grande Abraço!
Espero vê-lo em Fortaleza-Ce na sua palestra,
e mostrar meu primeiro livro!
Sim, sou um engenheiro, poeta, escritor e compositor...
lançando meu primeiro livro, detalhes em:
| george1302.blogspot.com |
Felicidades, saude e PAZ!
Marlon Neves - Engenheiro Ambiental - Rio Bonito do Iguaçu - PR
Quinta, 16 de abril de 2009 - 20h24min
Senhor Ênio Padilha, sou recém-formado em Engenharia Ambiental, quero dizer-lhe que gostei e muito destas "dicas", e que certamente as seguirei, até por que minha profissão é nova e pretendo ganhar espaço no mercado de trabalho, o que não está muito fácil, sinto ainda algum preconceito sobre cursos novos, ainda mais na area ambiental. obrigado!!
Cristiane Maria - Estudante de engenharia civil - São Luís - MA
Segunda, 20 de abril de 2009 - 06h19min
adorei o artigo, você está certíssimo!!!!
Cristiane Maria - Estudante de engenharia civil - São Luís - MA
Terça, 21 de abril de 2009 - 16h01min
Faço o primeiro ano e gostaria de dicas para traçar um bom caminho e quem sabe com dedicação ter sucesso na carreira.
Estou fazendo curso de AutoCad e MsProject pelo Senac. O que voce me indica p/ quem está começando? Gostaria de um estágio ja a principio, mas creio que esteja muito cedo pois ainda ñ tenho conhecimentos suficientes... Qual sua opinião?
Agradeço a atenção!
abraços.
Felipe Borchart - Acadêmico de Engª Civil - Cascavel - Pr
Sexta, 24 de abril de 2009 - 15h16min
Primeiramente gostaria de parabenizar seu trabalho, tendo em vista uma grande contribuição para a formação de muitas pessoas ligadas ao meio da engenharia.
Agradeço também aos conselhos que acabam incentivando os alunos e estudantes a não desistitirem da graduação e enfrentar o mercado de trabalho com a cabeça erguida.
Estou no 3º ano e depois de ver alguns artigos seus, sinto-me mais encorajado.
Obrigado
andrson - tec de edificaçoes - rio de janeiro
Sexta, 05 de junho de 2009 - 21h45min
eu vou me formar en tec de dificaçoes no fim do ano que ven com 33 anos gostaria de saber se estou muito velho para o mercado de trabalho ou se ainda tenho chance de conseguir uma vaga no mercado de trabalho obrigado e boa noite
Ênio Padilha - Engenheiro - Balneário Camboriú-SC
Sábado, 06 de junho de 2009 - 21h17min
Prezado Anderson
O mercado de trabalho está cada vez menos restritivo a pessoas de mais idade, especialmente quando a atividade envolve conhecimentos técnicos.
Portanto, siga em frente que as chances são muito boas.
anderson - tec de edificaçoes - rio de janeiro
Domingo, 07 de junho de 2009 - 23h41min
o brigado pela sua resposta aqui vai uma duvida o senhor acha a nivel geral que o mercado da contruçao civil pode voltar a esfriar depois de acsençao do pac ,contruçoes de casas propriasfeitas pela caixa e ate mesmo de pois da copado mundo. ou vai acontecer como acontece em alguns setores como o da educaçao ,segurança publica e saude ha poucos ou muitos profissionais para pouca mao de obra ou seja o senhor com sua vasta experiencia acha que o mercado da costruçao civil e um mercado saturado acontece com os setores que mencionei gostaria de saber a sua opinoao
magno jose zuppa - ferramenteiro - são paulo
Segunda, 17 de agosto de 2009 - 19h48min
boa noite! esta e a primeira vez que visito o seu site achei exatamente em uma das horas mas importantes da minha vida profissional pois estou com uma duvida tremenda tenho 36 anos e estou no 4ºsemestre de engenharia de produção atualmente estou meio desanimado pois estou me sentindo meio velho para seguir esta carreira de engenheiro e quase me satisfazendo com o diploma de tecnico mecanico pelo senai suiço brasileira noã sei se vou conseguir usufruir dos estudos e aplicar os mesmos apos cinco anos de faculdade e no momento o que mais preciso e de um conselho e uma orientação de uma pessoa do seu gabarito sera mesmo que estou velho devo procurara outro curso?desde já muito obrigado.
Ênio Padilha - Engenheiro - Balneário Camboriú
Segunda, 17 de agosto de 2009 - 19h55min
Prezado Magno
Aqui mesmo, nesta página, você terá algumas respostas.
Leia, por favor, os comentário 9 (Luis Antonio Golfeto) e os posteriores.
Abraço
Adriana Gonçalves - Engenheira Civil - Recém-Formada - Santos
Domingo, 20 de setembro de 2009 - 14h02min
Ênio,
Boa Tarde! Adorei seu texto, é a primeira vez que entro no site e fiquei muito encantada. Tenho 36 anos e sou recém formada e na 5f passada foi a minha colação de grau, fiquei muito emocionada, pois foi com muito sacrificio que consegui concluir meu curso. Sempre tive dificuldade financeira e hoje me orgulho por ter concluido o curso, porem alguns amigos acham que estou velha para entrar no mercado de trabalho, é verdade?, estou confusa e deprimida pois não me sinto velha nem incapaz de trabalhar e exercer minha profissão. Por favor preciso de sua opinião.
Obrigado,
RESPOSTA DE ÊNIO PADILHA
Prezada Adriana.
Veja, acima, o décimo quarto comentário, feito por mim para Andrea Gomes
Vale o mesmo pra você.
Abraços
(e meus parabéns pela sua formatura!)
Priscilla - Estudante - Rio de Janeiro
Terça, 20 de outubro de 2009 - 21h46min
Ênio,
Boa noite!Gostaria de parabenizá-lo pela bela carta que acabo de ler.Sou estudante de engeharia elétrica(Uerj)e ainda estou no 2°período mas já me preocupo e me interesso pelo que vem pela frente e gostaria de saber como você um engenheiro conceituado e com vasta experiência tem a me dizer a respeito da seguinte pergunta: Como a sociedade visa o engenheiro?
Comentário de Ênio Padilha
Oi, Priscilla
De uma maneira geral a sociedade tem grande consideração pelos engenheiros. Eles são considerados inteligentes, responsáveis e competentes. Também são vistos como conservadores e (depois de uma certa idade) um pouco rabugentos.
Nada grave!
eu me orgulho muito de ser engenheiro e acredito que é uma profissão de grande futuro.
boa sorte!
Priscilla - Estudante - Rio de Janeiro
Quarta, 21 de outubro de 2009 - 15h50min
Obrigada!! Gostei muito deste site vou manter contato sempre.
Fábio - empresário do setor farma e estudante de engenharia ambiental - Lagoa De Baixo Distrito Urbano
Domingo, 29 de novembro de 2009 - 13h43min
Ênio,
Boa tarde!
gostei muito dos seus conselhos, são similares
à minha concepção frofissional,tenho 26 anos, por três anos estive diante de uma farmácia, localizada em um interior, despreviligiado de muitos avanços sociais e tecnólogicos, mas minha sede empreendedora e de busca por mais conhecimento e status, me levaram a arrendar minha empresa, hoje estudo engenharia ambiental, gostaria de saber em que perfil posso encaixar futuramente, quais as pespectivas que você encherga nesta formação acadêmica.
Paulo Sérgio de Jesus Silva - Engenheiro Ambiental - Fernandópolis-SP
Quarta, 12 de maio de 2010 - 10h32min
Caro Ênio, muito valiosos seus conselhos, especialmente quanto a vertir-se bem e estudar comunicação. Percebo que os engenheiros são taxados por ai de se vestirem e escreverem mal. O começo de carreira é difícil mesmo. Engenheiro Ambiental então, é um Deus nos acuda. Tem que enfrentar muitos paradoxos, resistência dos profissionais mais \"antigos\", órgãos ambientais excessivamente burocráticos e, por fim, o próprio sistema CONFEA/CREA, que, não sei por que razão, vive complicando a nossa situação ao negar-nos muitas atribuições necessárias ao desempenho da atividade.
Rodrigo morandi osório - Engenheiro de Materiais - Caxias do Sul - RS
Quinta, 08 de julho de 2010 - 22h32min
Gostei muito das dicas. Está muito difícil para mim achar trabalho pela pouca, ou quase nenhuma, experiência. sou recém formado a 6 meses
Até estou pensando em desistir da carreira de engenheiro e fazer outra coisa na vida.
Infelizmente, temos que desistir de nossos sonhos se quisermos \"sobreviver\"
vlw, abraço!
[Comentário do Ênio Padilha]
Rodrigo
Não desanime. Tem um outro artigo (CAPITALIZAR VIRTUDES E DEFEITOS) que você deveria ler. (o link está ali em cima, no final deste artigo aqui). Espero que ajude.
Giselle Carvalho - Arquiteta e Urbanista - Tijucas - Santa Catarina
Terça, 20 de julho de 2010 - 14h13min
Ênio, foi em boa hora que comecei a lhe seguir no twitter e tive contato com este artigo. Estou há exatamente um mês da minha formatura, e tenho me sentindo um tanto "perdida" nas últimas semanas desde quando apresentei minha banca final. Já estou no mercado de trabalho há mais de três anos e estou saindo da faculdade empregada, no entanto os horizontes para um arquiteto são realmente muito amplos, e seu artigo é de grande importância para os que se encontram nesta situação. Muito Obrigada!
[Comentário do Ênio Padilha]
Gisele
Enviei a mensagem porque percebi seu contagiante entusiasmo pela formatura próxima. Desejo a você e a seus colegas uma linda festa e uma carreira brilhante. Boa sorte!
Denise Rosvita de Freitas Tebechrani - arquiteta e urbanista - Barra Velha
Terça, 10 de agosto de 2010 - 00h13min
Estou formada desde 1989, morava em São Paulo e trabalhava em uma construtora. Mudei para Santa Catarina em 2002 e montei meu proprio escritório e um dos problemas que enfrentei e as vezes enfrento com meus clientes, quando não vem por indicação é o meu visual... Depois que li seu artigo, deu um click, porque quando não estamos bem arrumados, as vezes, precisamos provar com palavras ou atitudes o quanto somos bons e as vezes com uma boa apresentação, já basta para acreditarem que somos competentes. Valeu pela grande dica, que tava na cara mas eu não achava que era tão importante. Muito bom a forma como o Sr. coloca as palavras.
Grande abraço